De olho em novos negócios e investimentos, Suape iniciará atualização de seu plano diretor

O consórcio formado pelas empresas TPF e Ceplan será responsável pelo desenvolvimento de estudos técnicos multidisciplinares, elaboração da revisão e atualização do Plano Diretor Suape 2030. A iniciativa tem o objetivo de revisitar todo o planejamento físico-territorial e estratégico da empresa frente às novas demandas de mercado e aos desafios impostos pelo atual cenário econômico. Os serviços serão executados em um prazo de 15 meses a partir da assinatura da Ordem de Serviço, que deve ocorrer ainda em janeiro. O investimento total do projeto é de R$ 6,8 milhões, preço vencedor da licitação. O extrato foi publicado no Diário Oficial do último dia 8 de janeiro. O Plano Diretor Suape 2030 foi elaborado em 2011, após o Complexo Industrial Portuário registrar o período de maior progresso de sua história. Naquele período, o Governo Estadual havia anunciado aportes de recursos em investimentos da ordem de R$ 710 milhões. Esse volume era superior aos cerca de R$ 643 milhões já investidos, desde a criação de Suape. Na ocasião, foram elaborados três cenários de referência para orientar a visão de futuro do Complexo com metas e objetivos até 2030: um de curto, um de médio e um de longo prazo. Com a crise econômica instalada a partir de 2014, Pernambuco sofreu forte redução nas transferências federais, além de maior limitação de acesso ao crédito. Outras variáveis como queda no produto interno bruto (PIB) e alta no desemprego mudaram alguns dos cenários previstos. Com tudo isso, muitos planos e investimentos esperados ou iniciados não chegaram a ser concluídos ou mesmo retomados. Essa nova realidade econômica, com impacto sobre os diversos sistemas produtivos locais e nacionais, exigiu o redirecionamento do próprio modelo de desenvolvimento vigente no país e, consequentemente, no Estado. Considerando todo esse cenário e a necessidade de atendimento às demandas de mercado, Suape irá promover a revisão crítica e atualização dos instrumentos de planejamento, tomando por base o conjunto desses desafios e das novas variáveis e perspectivas para a economia nacional, regional e local para os próximos anos. Em particular, a revisão do zoneamento atual do Complexo, incluindo a atualização do layout portuário de Suape frente às novas tecnologias e inovações previstas para o setor. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio, a iniciativa promoverá a atualização do conjunto de diretrizes, instrumentos e parâmetros que irão orientar o desenvolvimento e a expansão do Complexo no curto, médio e longo prazos. “Isso ocorrerá de forma ordenada e ajustada à evolução da demanda sobre o Complexo de Suape, tanto no que se refere ao parque industrial do Estado, como ao transporte marítimo. Estamos fazendo tudo isso mirando a otimização na atração e implantação dos investimentos públicos e privados”, pondera Geraldo. “Iremos dotar a empresa de um instrumento normativo de planejamento e gestão territorial atualizado, inovador e alinhado às políticas públicas de desenvolvimento. Queremos, desta forma, promover o crescimento sustentável de Suape, com a conservação integrada do patrimônio ambiental e cultural em todo o território do Complexo Industrial Portuário”, acrescenta o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão. Toda gestão dos trabalhos é conduzida pela equipe da Diretoria de Planejamento e Gestão de Suape. Ao final do processo, são esperados, ao menos, 13 produtos, que incluem a atualização e complementação do cadastro das empresas, diagnóstico situacional, leitura da realidade, cenários alternativos, construção da visão de futuro, com plano urbanístico e atualização do layout portuário, entre outros relatórios que irão embasar o documento final. “O cronograma será dividido em sete etapas, que se iniciam com as atividades preliminares e incluem mobilização social, preparação de um plano de comunicação, diagnóstico situacional, prospecção de futuro, análises temáticas prospectivas, elaboração do plano propriamente dito e aprovação do corpo de diretores de Suape”, salienta o diretor de Planejamento e Gestão, Francisco Martins. Fonte: Suape

CODEBA firma parceria com VLI para ampliar atuação conjunta na Bahia

A Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) e a VLI – empresa logística que opera ferrovias – assinaram, no último dia 10, um Memorando de Entendimento (MOU) que valida a intenção de incrementar a movimentação de cargas no Estado com destino aos portos baianos. O propósito desta, e de outras parcerias já em andamento, é buscar sinergia com o setor logístico para incremento de cargas nos Portos administrados pela CODEBA (Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus), conforme ressalta a diretora Empresarial e de Relação com o Mercado (DERM), Dra. Ana Paula Calhau. “A proposta central é garantir melhoria da infraestrutura e eficiência dos Portos Organizados baianos, seguindo orientações da política setorial do Governo Federal. Como autoridade portuária, mostramos para os nossos parceiros privados que estamos investindo nesse fomento positivo para o desenvolvimento econômico da região”. A CODEBA registrou, no acumulado de 2021, a movimentação de 13.491.011 toneladas de cargas nos Portos Públicos, crescimento de 15,92% se comparado ao resultado de 2020, quando 11.637.780 toneladas foram movimentadas. O volume representa novo recorde histórico para a Companhia, acima da marca de 2017, quando 11,8 milhões de toneladas foram operadas pelos Portos Organizados. Destaca-se que, em dezembro, foi registrada a atividade mensal de 1.288.790 toneladas, a segunda maior, em volume de cargas, da história da CODEBA e a maior já registrada para o mês. A contribuição dos três portos foi essencial para o aumento de 17,69%, em relação ao mesmo período de 2020, quando houve movimentação de 1.095.054 toneladas. O Porto de Ilhéus obteve um crescimento de 31,96%; Aratu-Candeias, de 20%; e Salvador, de 13,53%. Fonte: ASCOM CODEBA

Movimentação do Porto de Imbituba cresce 17,1% em 2021 e alcança novo recorde anual

O Porto de Imbituba encerrou o ano de 2021 com 6.874.779 toneladas movimentadas, volume que consolida um novo recorde histórico anual para complexo portuário e crescimento de 17,1% nas operações em relação a 2020. De janeiro a dezembro, foram realizadas 285 atracações em Imbituba, principalmente de navios carregados com produtos importados. O número de atendimentos obteve um incremento de 21,8%, se comparado ao ano anterior. “A economia catarinense cresce muito acima da média nacional e, como consequência, o Porto de Imbituba registra mais um ano histórico. O melhor de tudo é que há grande potencial de crescimento para o futuro, e o porto terá papel importante no desenvolvimento econômico de Santa Catarina nos próximos anos”, ressalta o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés. O porto público segue com predominância de operações graneleiras minerais e vegetais (81,3% do total), mas sedimenta também a capacidade de movimentação concomitante de diferentes cargas, como contêineres (12%), cargas gerais (6,4%) e o granel líquido (0,3%). Os principais produtos movimentados em 2021 foram o coque de petróleo, seguido dos contêineres, fertilizantes, sal e minério de ferro. Destaque também para a hulha betuminosa e os produtos agrícolas: soja, farelo de soja e milho. “Foi um ano coroado de sucesso para o Porto, reconhecendo o comprometimento e trabalho de toda a comunidade portuária de Imbituba, que são os principais responsáveis por essas conquistas”, afirma Fábio Riera, diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba. “Nossa perspectiva para 2022 é realizar novos avanços em termos de movimentação, arrendamentos e obras, contribuindo para o comércio exterior e gerando emprego e renda para Santa Catarina”, complementa. O coque de petróleo, nas modalidades calcinado e não calcinado, obteve expressiva liderança no portfólio de cargas, com 28,4% do volume total movimentado (1,95 milhão de toneladas) e crescimento de aproximadamente 92% em relação a 2020. O mineral foi transportado nos dois fluxos de comércio exterior, com predomínio de operações de importação dos Estados Unidos. O bom desempenho portuário concretizou 4 meses no topo da lista dos maiores volumes mensais que se tem registro na história do Porto: julho (717,8 mil t); outubro (694,4 mil t); maio (681,9 mil t) e agosto (667,1 mil t). Além da manutenção do portfólio, Imbituba movimentou novos produtos, como a primeira grande exportação de canola do Brasil e o transbordo de cabos para a nova linha de transmissão de energia elétrica da grande Florianópolis. Também foi palco do desembarque da maior pá eólica já transportada em navio de contêiner no mundo até então, iniciou o embarque de coque com apoio de contêineres e atendeu as necessidades do mercado, recebendo operações de materiais siderúrgicos e importações de milho e trigo para abastecimento interno. Para José João Tavares, diretor de Planejamento e Operações do Porto, “as conquistas refletem a prestação de um serviço de qualidade, que aproveita as potencialidades do Porto e as oportunidades do comércio para o desenvolvimento regional”. Os resultados financeiros ainda estão em fase de fechamento pela Autoridade Portuária, mas as projeções indicam alta de 20,9% em sua receita líquida e crescimento de cerca de 30% no lucro líquido, se comparado a 2020. Além disso, foram realizados aproximadamente R$ 3,5 milhões em novos investimentos e cerca de R$ 6,2 milhões em manutenção das instalações já existentes. Investimentos em infraestrutura Dentre as melhorias em infraestrutura, o ano ficou marcado pela entrega bases definitivas de apoio à família dos caminhoneiros, a conclusão da obra de reforma do Centro de Atividades Múltiplas e a requalificação da área antigo Terminal Frigorífico (TERFRIO), de localização privilegiada, próxima aos Cais 1 e 2. O espaço teve suas edificações demolidas e a recomposição do terreno para novo arrendamento. Além disso, dois novos armazéns de lona foram construídos pela iniciativa privada dentro do Porto, aumentando em 120 mil toneladas a capacidade de armazenagem estática de minério de ferro. Outro grande investimento é a nova iluminação das vias internas, totalmente em LED e com cabeamento subterrâneo, já em fase de testes. A novidade mais recente é o lançamento do edital de licitação do projeto executivo e obra de recuperação e reforço do Cais 3. Esta será a maior obra já realizada pela SCPAR Porto de Imbituba. Além disso, a manutenção contínua da dragagem e da infraestrutura civil, elétrica e mecânica do Porto fazem com que as estruturas existentes permaneçam com qualidade ao atendimento adequado aos usuários. Ainda em dezembro de 2021, iniciaram novos estudos de manobrabilidade no Porto, com o objetivo de analisar a viabilidade de recebimento de embarcações maiores e atracação de navios no dorso do Cais 2, possibilitando a constituição futura de um novo Cais em Imbituba. As simulações continuam no início de 2022. Novos arrendamentos No âmbito da atração de negócios, uma das grandes conquistas da Autoridade Portuária foi o leilão do Terminal de Granel Líquido, realizado pelo Governo Federal em novembro. A área foi arrematada para um contrato de 10 anos, onde há perspectiva de injeção de mais de 25 milhões de reais na qualificação de sua infraestrutura. Também está em fase final o Processo Seletivo Simplificado para arrendamento transitório do Terminal de Granéis Minerais, etapa anterior ao leilão do terminal. Relação porto-cidade Quanto à relação porto-cidade, a SCPAR Porto de Imbituba doou 2 milhões de reais ao Hospital São Camilo, único em Imbituba, para apoio no combate à pandemia. Em setembro, foi reaberta a capela São Pedro, conhecida como igrejinha do Porto, para visitação da comunidade e o programa de visitas Porto de Portas Abertas tem sido retomado de acordo com a melhoria da situação sanitária do coronavírus. A Autoridade Portuária também apoiou 20 projetos culturais de Imbituba por meio do programa Carga Preciosa de incentivo fiscal. A administração também está participando das tratativas sobre a duplicação do Acesso Norte, que conecta o complexo portuário à BR-101, cujo projeto está sendo elaborado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIE), e de agendas sobre a situação ambiental da área da antiga Indústria Carboquímica Catarinense (ICC), espaço que fica ao lado do Porto, e reativação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE Imbituba). A pauta

Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá registra alta de 56% na produtividade

O volume de granéis embarcados no Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá (Corex) em dezembro de 2021 foi quase 56% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior. No último mês de 2021 foram 1.039.992 toneladas de soja, farelo e milho exportados pelo complexo ante 667.082 toneladas dos produtos no mesmo mês do ano anterior. Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, além do desempenho dos terminais que operam pelo complexo, reconhecido pela produtividade e capacidade operacional, os principais fatores que influenciam no movimento são as condições climáticas, os preços internacionais e o comportamento do mercado (oferta x demanda). “Esse comportamento fica evidente quando analisamos os volumes, principalmente de soja e milho, ao compararmos os dois meses de dezembro, de 2020 com 2021”, afirma Garcia. Em dezembro de 2020, não houve embarque de soja em grão pelo Corredor Leste. Naquele mês, pelo complexo, foram exportadas 254.130 toneladas de farelo de soja e 412.952 toneladas de milho. Já no último mês de dezembro, foram carregadas 586.233 toneladas de soja; 390.371 toneladas de farelo; e 63.388 toneladas de milho. Este último produto teve queda na produção, em 2021, devido à estiagem que castigou as lavouras. OPERAÇÃO – Os três berços do Corex (212, 213 e 214) receberam um total de 19 navios, em dezembro do ano passado. No mesmo mês, em 2020, foram apenas 12 atracações. Em dezembro passado, o berço mais produtivo do complexo foi o 213, onde 9 navios atracaram nos 31 dias, movimentando um total de 573.260 toneladas de cargas. Pelo berço 212 foram exportadas 129.501 toneladas de granéis sólidos; e, pelo 213, outras 337.230 toneladas. No último mês de 2021, das 1.039.992 toneladas embarcadas pelo Corex, cerca de 17,66% saíram pelos silos públicos (um vertical e quatro horizontais) – 183.631 toneladas. 82,34% foram embarcados pelos outros dez terminais que operam no complexo. MODAIS – Na participação por modais no descarregamento de granéis no Corex, a maior parte foi por caminhões. Em dezembro de 2021, 21.125 veículos passaram pelo Pátio de Triagem antes de descarregar os granéis nos terminais do Corredor Leste. No mesmo mês, em 2020, foram 10.504 caminhões. De vagões, foram 6.576 descarregados em dezembro de 2021, ante 6.540 vagões no mesmo mês em 2020. Embarque por terminal e berços: Soja Berço 212 – 61.500 toneladas Berço 213 – 458.463 toneladas Berço 214 – 66.270 toneladas Farelo Berço 212 – 68.001 toneladas Berço 213 – 51.410 toneladas Berço 214 – 270.960 toneladas Milho Berço 213 – 63.388 toneladas FONTE: PORTOS DO PARANÁ

Embarque no Porto de Imbituba abre exportação brasileira de canola

O Porto de Imbituba está recebendo o primeiro grande embarque de canola para exportação do Brasil. As 9,5 mil toneladas dos grãos oleaginosos estão sendo alocadas no navio MP KAMSARMAX 1, atracado no Cais 2, e devem seguir nesta segunda-feira (20) para os Portos de Dammam, na Arábia Saudita e Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos. “Estamos muito gratos por ser palco de mais um marco na logística nacional, e o sucesso de operações como esta e outras iniciativas que ocorreram ao longo do ano reafirmam a flexibilidade e capacidade do Porto de Imbituba para atender o mercado”, afirma o diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Fábio Riera. A canola tem tradição agrícola concentrada no Rio Grande do Sul e produção ainda pequena no Brasil, mas que vem ganhando espaço em esquemas de rotação de culturas. Segundo a Conab, a previsão é de que a safra de 2021/2022 totalize aproximadamente 55 mil toneladas, 70% superior à de 2020/2021 (32,2 mil t). Fonte: Portos e Mercados

Porto de São Francisco – União autoriza início do processo de arrendamento do terminal graneleiro

O Porto de São Francisco do Sul poderá começar os estudos para o arrendamento à iniciativa privada do terminal graneleiro (TG), situado dentro das dependências do complexo portuário. A qualificação foi aprovada nesta quinta-feira, 16, em Brasília, pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. Com a decisão da União, o Porto está autorizado a lançar o edital para contratação de empresa que realizará o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea), o que deve ocorrer na próxima semana. De acordo com o cronograma proposto pela autoridade portuária, o processo licitatório será concluído no final do próximo ano, sendo a assinatura do arrendamento prevista para abril de 2023. Antes do edital, no entanto, haverá diversas audiências públicas e o Tribunal de Contas da União deve emitir um parecer autorizando a licitação. “Os investimentos da iniciativa privada na modernização do TG viabilizarão o aumento na capacidade de armazenagem de grãos, oferecendo maior agilidade e rapidez na movimentação de cargas”, afirma o presidente do Porto, Cleverton Vieira. Segundo ele, a qualificação demonstra que o arrendamento é prioritário para o governo federal e estadual, com o objetivo de atrair investimentos privados para os portos públicos. Conforme Vieira, o arrendamento é necessário para se adequar ao novo marco regulatório do setor, segundo o qual a autoridade portuária é proibida de explorar diretamente as áreas afetas a sua operação. Pela legislação em vigor, as administrações dos portos públicos têm a obrigação de somente fornecer toda a estrutura terrestre e aquaviária para os operadores portuários. História O terminal graneleiro ocupa uma área equivalente a quatro campos de futebol, dentro do complexo portuário, e é formado principalmente por dois grandes armazéns, a partir dos quais os grãos são transportados até os navios, por meio de uma esteira. O TG era administrado pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) até 2019, quando a administração passou a ser da autoridade portuária. Selo de qualidade O Porto de São Francisco conseguiu a delegação do governo federal para conduzir os procedimentos de licitação de novos arrendamentos graças ao elevado Índice de Gestão das Autoridades Portuárias (Igap), que avalia a gestão dos portos, como resultados financeiros, operacionais e gestão administrativa. “É um dos poucos portos públicos que tem essa autorização do governo federal”, explicou Cleverton Vieira. Informações adicionais para a imprensa: Billy Culleton Fonte: Assessoria de Comunicação do Porto de São Francisco do Sul E-mail: billy@portodesaofranciscodosul.com.br Fone: (48) 99968-3091 Site: www.portosaofrancisco.com.br www.facebook.com/SCParportodesaofranciscodosul e @scparportodesaofranciscodosul

Associados ABEPH participam do AAPA Latino 2021

Vários portos públicos associados da ABEPH participam do XXIX CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PORTOS AAPA Latino 2021 @aapalatino , em Cartagena (Colombia): Companhia Docas da Bahia (CODEBA), Companhia Docas do Espítito Santo (CODESA), Porto de Santos, Portos do RS, Porto do Itaqui e Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ). O evento é uma aliança entre a Delegação Latino-americana da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA) e o Grupo Portuário de Cartagena. A comitiva brasileira conta com a presença do Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, e de vários empresários e representantes do setor portuário brasileiro. O AAPA Latino 2021 reúne cerca de 400 líderes portuários em gestão portuária para debater perspectivas para o futuro do comércio, transporte marítimo e dos portos, investimentos e projetos, com foco especial para os países da América Latina, além de projetos estruturais do setor portuário brasileiro.

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