Portos baianos fecham 2021 com recorde histórico na movimentação de cargas

Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) ultrapassou a marca de 13 milhões de toneladas de cargas movimentadas em 2021. No total, passaram pelos portos organizados da Bahia (Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus) 13.491.011 toneladas, superando o recorde anual de 2017, com 11,8 milhões de toneladas. O acumulado alcançado pelos Portos da Codeba, representa um crescimento de 15,92%, se comparado ao resultado de 2020, quando ocorreu a movimentação de 11,6 milhões de toneladas. O Porto de Salvador, com aumento de 9%, registrou um volume de 5.665.376 toneladas, ao longo de 2021. O Porto de Aratu-Candeias 7,3 milhões e o Porto de Ilhéus 464 mil toneladas, apresentando, respectivamente, crescimentos de 20,32% e 44,24%. Entre as cargas com maior atividade estão: soja e níquel (Ilhéus), nafta, combustíveis, fertilizantes e concentrado de cobre (Aratu-Candeias), e celulose, peças, equipamentos e cargas de contêineres (Salvador). Fonte: Bahia Valor

ANTAQ aprova edital para desestatização da Codesa e concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) aprovou, nesta sexta-feira (14), o edital de desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), bem como para concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho, que ficam no litoral capixaba. A publicação do edital deverá ser feita na próxima semana pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Infraestrutura. Ao referendar o edital – o primeiro envolvendo a venda de ativos da União no setor portuário –, o diretor-geral da ANTAQ, Eduardo Nery, destacou o modelo de gestão que está sendo inaugurado com a desestatização da Codesa. “Estou certo de que esse modelo trará um novo dinamismo para os portos organizados brasileiros, garantindo a essas instalações maior qualidade e eficiência de serviços”, frisou. O Porto de Vitória, localizado na capital do estado, tem um portfólio de cargas consolidado e uma posição favorável de acessos rodoviário e ferroviário. Já o Porto Barra do Riacho, localizado no distrito de Barra do Riacho em Aracruz, é especializado no embarque de celulose. Modelo institucional O modelo institucional apresentado prevê a concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho por um prazo de 35 anos e mais cinco em caso de necessidade de investimentos adicionais. Como contrapartida para assumir a operação do porto ao longo do contrato, o setor privado pagará ao setor público um valor de outorga por ocasião do leilão e mais uma outorga variável de 7,5% da receita. O futuro concessionário também pagará uma taxa anual de fiscalização à ANTAQ de R$ 3,188 milhões, que servirá para custear o trabalho de fiscalização e regulação no modelo de concessão. Em relação aos investimentos, a estimativa é que os recursos atinjam R$ 1,3 bilhão ao longo da vigência contratual, sendo que R$ 355 milhões serão os requisitos obrigatórios previstos no contrato No caso do Porto de Vitória, o potencial é dobrar a movimentação de cargas de 7 milhões de toneladas para 14 milhões de toneladas por ano. Em termos de área disponível, são 500 mil m² e 14 berços de atracação, boa parte dos quais é operada atualmente pela autoridade portuária. As estimativas para crescimento da movimentação até o final do prazo do contrato do Porto de Vitória são de 85% para cargas de granel sólido mineral, alcançando ao fim dos 35 anos 4,5 milhões de toneladas por ano, com destaque para ferro-gusa e fertilizantes; contêineres, com crescimento de mais de 115%, alcançando 500 mil TEU/ano; e granel líquido, com mais de 115%, totalizando 1,8 milhões de toneladas/ano. Com uma movimentação atual de 8 milhões de toneladas por ano, o Porto de Barra do Riacho traz grandes oportunidades para exploração de novas áreas. Dos 860 mil m² de área total disponíveis, 522 mil m² são greenfield (sem intervenção anterior). O Porto conta com dois berços de atracação dedicados à movimentação de granel líquido e acessos terrestres por pera ferroviária (Vitória-Minas) e pela BR-101. Na parte de infraestrutura do novo modelo, caberá ao concessionário investir e manter os acessos; oferecer cais em contratos spot; promover parcerias para exploração de áreas destinados aos terminais arrendados. Em relação à gestão e operação, caberá à concessionária operar o acesso aquaviário; gerir a destinação de áreas; e elaborar o PDZ do porto para apresentação ao Poder Concedente. Não caberá ao concessionário a movimentação de cargas e a exploração direta dos terminais. O novo modelo prevê a transição dos atuais contratos de arrendamento, mantendo-se a equivalência com o contrato original. Contudo, as partes terão flexibilidade para negociar uma melhoria das condições do contrato, visando maximizar a exploração do porto. Atualmente, há cinco contratos de arrendamento em andamento nos dois portos, sendo quatro em Vitória e um em Barra do Riacho. Crédito foto: Codesa

Movimentação de cargas no Porto de Fortaleza se mantém estável em 2021

Repetindo a performance de 2020, quando movimentou 4,9 milhões de toneladas de cargas – representando à época um aumento de 12% em relação ao ano de 2019 -, o Porto de Fortaleza teve como destaque em 2021 os contêineres e a carga geral (com alta, respectivamente, de 41% e 40,5%, comparado com 2020). Ao todo, 568 navios atracaram no porto no ano passado. O balanço também foi positivo na área administrativa, com a melhora do desempenho dos indicadores financeiros; estruturação de ações voltadas para a redução de despesas; adequação da tabela tarifária da CDC à Resolução Normativa nº 32 da Antaq; aprovação do novo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do Porto de Fortaleza; e o arrendamento do MUC01. Entre e janeiro e dezembro do ano passado, foram movimentadas neste modal marítimo, por meio de contêineres, frutas e castanha de caju, entre outros itens. Na relação da carga geral, podemos destacar partes de geradores eólicos, produtos químicos, papel cartonado, vergalhão de aço, tarugos, bobinas e cargas paletizadas (big bag), entre outras. Esses dois principais tipos de cargas responderam pelo montante, cada um, de 65.910 TEUs e 560.061 toneladas. Os contêineres tiveram as maiores altas nos meses de outubro, fevereiro, março, novembro e janeiro, nessa ordem. Já a carga geral registrou as maiores movimentações nos meses de fevereiro, março, outubro, maio e dezembro. Fonte: Companhia Docas do Ceará

Movimentação do Porto de Imbituba cresce 17,1% em 2021 e alcança novo recorde anual

O Porto de Imbituba encerrou o ano de 2021 com 6.874.779 toneladas movimentadas, volume que consolida um novo recorde histórico anual para complexo portuário e crescimento de 17,1% nas operações em relação a 2020. De janeiro a dezembro, foram realizadas 285 atracações em Imbituba, principalmente de navios carregados com produtos importados. O número de atendimentos obteve um incremento de 21,8%, se comparado ao ano anterior. “A economia catarinense cresce muito acima da média nacional e, como consequência, o Porto de Imbituba registra mais um ano histórico. O melhor de tudo é que há grande potencial de crescimento para o futuro, e o porto terá papel importante no desenvolvimento econômico de Santa Catarina nos próximos anos”, ressalta o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés. O porto público segue com predominância de operações graneleiras minerais e vegetais (81,3% do total), mas sedimenta também a capacidade de movimentação concomitante de diferentes cargas, como contêineres (12%), cargas gerais (6,4%) e o granel líquido (0,3%). Os principais produtos movimentados em 2021 foram o coque de petróleo, seguido dos contêineres, fertilizantes, sal e minério de ferro. Destaque também para a hulha betuminosa e os produtos agrícolas: soja, farelo de soja e milho. “Foi um ano coroado de sucesso para o Porto, reconhecendo o comprometimento e trabalho de toda a comunidade portuária de Imbituba, que são os principais responsáveis por essas conquistas”, afirma Fábio Riera, diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba. “Nossa perspectiva para 2022 é realizar novos avanços em termos de movimentação, arrendamentos e obras, contribuindo para o comércio exterior e gerando emprego e renda para Santa Catarina”, complementa. O coque de petróleo, nas modalidades calcinado e não calcinado, obteve expressiva liderança no portfólio de cargas, com 28,4% do volume total movimentado (1,95 milhão de toneladas) e crescimento de aproximadamente 92% em relação a 2020. O mineral foi transportado nos dois fluxos de comércio exterior, com predomínio de operações de importação dos Estados Unidos. O bom desempenho portuário concretizou 4 meses no topo da lista dos maiores volumes mensais que se tem registro na história do Porto: julho (717,8 mil t); outubro (694,4 mil t); maio (681,9 mil t) e agosto (667,1 mil t). Além da manutenção do portfólio, Imbituba movimentou novos produtos, como a primeira grande exportação de canola do Brasil e o transbordo de cabos para a nova linha de transmissão de energia elétrica da grande Florianópolis. Também foi palco do desembarque da maior pá eólica já transportada em navio de contêiner no mundo até então, iniciou o embarque de coque com apoio de contêineres e atendeu as necessidades do mercado, recebendo operações de materiais siderúrgicos e importações de milho e trigo para abastecimento interno. Para José João Tavares, diretor de Planejamento e Operações do Porto, “as conquistas refletem a prestação de um serviço de qualidade, que aproveita as potencialidades do Porto e as oportunidades do comércio para o desenvolvimento regional”. Os resultados financeiros ainda estão em fase de fechamento pela Autoridade Portuária, mas as projeções indicam alta de 20,9% em sua receita líquida e crescimento de cerca de 30% no lucro líquido, se comparado a 2020. Além disso, foram realizados aproximadamente R$ 3,5 milhões em novos investimentos e cerca de R$ 6,2 milhões em manutenção das instalações já existentes. Investimentos em infraestrutura Dentre as melhorias em infraestrutura, o ano ficou marcado pela entrega bases definitivas de apoio à família dos caminhoneiros, a conclusão da obra de reforma do Centro de Atividades Múltiplas e a requalificação da área antigo Terminal Frigorífico (TERFRIO), de localização privilegiada, próxima aos Cais 1 e 2. O espaço teve suas edificações demolidas e a recomposição do terreno para novo arrendamento. Além disso, dois novos armazéns de lona foram construídos pela iniciativa privada dentro do Porto, aumentando em 120 mil toneladas a capacidade de armazenagem estática de minério de ferro. Outro grande investimento é a nova iluminação das vias internas, totalmente em LED e com cabeamento subterrâneo, já em fase de testes. A novidade mais recente é o lançamento do edital de licitação do projeto executivo e obra de recuperação e reforço do Cais 3. Esta será a maior obra já realizada pela SCPAR Porto de Imbituba. Além disso, a manutenção contínua da dragagem e da infraestrutura civil, elétrica e mecânica do Porto fazem com que as estruturas existentes permaneçam com qualidade ao atendimento adequado aos usuários. Ainda em dezembro de 2021, iniciaram novos estudos de manobrabilidade no Porto, com o objetivo de analisar a viabilidade de recebimento de embarcações maiores e atracação de navios no dorso do Cais 2, possibilitando a constituição futura de um novo Cais em Imbituba. As simulações continuam no início de 2022. Novos arrendamentos No âmbito da atração de negócios, uma das grandes conquistas da Autoridade Portuária foi o leilão do Terminal de Granel Líquido, realizado pelo Governo Federal em novembro. A área foi arrematada para um contrato de 10 anos, onde há perspectiva de injeção de mais de 25 milhões de reais na qualificação de sua infraestrutura. Também está em fase final o Processo Seletivo Simplificado para arrendamento transitório do Terminal de Granéis Minerais, etapa anterior ao leilão do terminal. Relação porto-cidade Quanto à relação porto-cidade, a SCPAR Porto de Imbituba doou 2 milhões de reais ao Hospital São Camilo, único em Imbituba, para apoio no combate à pandemia. Em setembro, foi reaberta a capela São Pedro, conhecida como igrejinha do Porto, para visitação da comunidade e o programa de visitas Porto de Portas Abertas tem sido retomado de acordo com a melhoria da situação sanitária do coronavírus. A Autoridade Portuária também apoiou 20 projetos culturais de Imbituba por meio do programa Carga Preciosa de incentivo fiscal. A administração também está participando das tratativas sobre a duplicação do Acesso Norte, que conecta o complexo portuário à BR-101, cujo projeto está sendo elaborado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIE), e de agendas sobre a situação ambiental da área da antiga Indústria Carboquímica Catarinense (ICC), espaço que fica ao lado do Porto, e reativação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE Imbituba). A pauta

Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá registra alta de 56% na produtividade

O volume de granéis embarcados no Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá (Corex) em dezembro de 2021 foi quase 56% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior. No último mês de 2021 foram 1.039.992 toneladas de soja, farelo e milho exportados pelo complexo ante 667.082 toneladas dos produtos no mesmo mês do ano anterior. Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, além do desempenho dos terminais que operam pelo complexo, reconhecido pela produtividade e capacidade operacional, os principais fatores que influenciam no movimento são as condições climáticas, os preços internacionais e o comportamento do mercado (oferta x demanda). “Esse comportamento fica evidente quando analisamos os volumes, principalmente de soja e milho, ao compararmos os dois meses de dezembro, de 2020 com 2021”, afirma Garcia. Em dezembro de 2020, não houve embarque de soja em grão pelo Corredor Leste. Naquele mês, pelo complexo, foram exportadas 254.130 toneladas de farelo de soja e 412.952 toneladas de milho. Já no último mês de dezembro, foram carregadas 586.233 toneladas de soja; 390.371 toneladas de farelo; e 63.388 toneladas de milho. Este último produto teve queda na produção, em 2021, devido à estiagem que castigou as lavouras. OPERAÇÃO – Os três berços do Corex (212, 213 e 214) receberam um total de 19 navios, em dezembro do ano passado. No mesmo mês, em 2020, foram apenas 12 atracações. Em dezembro passado, o berço mais produtivo do complexo foi o 213, onde 9 navios atracaram nos 31 dias, movimentando um total de 573.260 toneladas de cargas. Pelo berço 212 foram exportadas 129.501 toneladas de granéis sólidos; e, pelo 213, outras 337.230 toneladas. No último mês de 2021, das 1.039.992 toneladas embarcadas pelo Corex, cerca de 17,66% saíram pelos silos públicos (um vertical e quatro horizontais) – 183.631 toneladas. 82,34% foram embarcados pelos outros dez terminais que operam no complexo. MODAIS – Na participação por modais no descarregamento de granéis no Corex, a maior parte foi por caminhões. Em dezembro de 2021, 21.125 veículos passaram pelo Pátio de Triagem antes de descarregar os granéis nos terminais do Corredor Leste. No mesmo mês, em 2020, foram 10.504 caminhões. De vagões, foram 6.576 descarregados em dezembro de 2021, ante 6.540 vagões no mesmo mês em 2020. Embarque por terminal e berços: Soja Berço 212 – 61.500 toneladas Berço 213 – 458.463 toneladas Berço 214 – 66.270 toneladas Farelo Berço 212 – 68.001 toneladas Berço 213 – 51.410 toneladas Berço 214 – 270.960 toneladas Milho Berço 213 – 63.388 toneladas FONTE: PORTOS DO PARANÁ

Navio-Escola “Brasil” atraca no Porto de Fortaleza antes de encerrar a 35ª VIGM

O Porto de Fortaleza recebeu no último dia 31 de dezembro o Navio-Escola “Brasil” (NE Brasil). Foi a penúltima atracação desta que é a 35ª Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (XXXV VIGM), que já seguiu na manhã desta segunda-feira (03) para o Rio de Janeiro. O cronograma incluiu 13 portos em 11 países, com início da viagem no dia 04 de agosto do ano passado em Natal (BRA), depois passando por Mindelo (CPV), Lisboa (PRT), Hamburgo (DEU), Londres (GBR), Koper (SVN), Pireu (GRC), Civitavecchia (ITA), Toulon (FRA), Ponta Delgada (PRT), Ft. Lauderdale (USA), Cartagena (COL), Fortaleza (BRA) e encerrando no dia 09 de janeiro de 2021 no Rio de Janeiro (BRA). O atual comandante do navio é o Capitão de Mar e Guerra Marcelo do Nascimento Marcelino, que assumiu o cargo em 26 de fevereiro de 2021. A tripulação é composta por 32 Oficiais e 219 Praças. Há ainda 178 Segundos-Tenentes, incluindo um de Honduras, todos oriundos da Escola Naval, além de convidados do Exército Brasileiro, da Força Aérea Brasileira, da Marinha Mercante Nacional, do quadro de servidores civis da Marinha e de Marinhas amigas como Camarões, Uruguai, Reino Unido e Chile. O NE Brasil tem a missão de prover instrução prática aos Guardas-Marinha (GM) e mostrar bandeira, quando em viagem ao exterior, a fim de contribuir para a formação profissional e cultural dos futuros Oficiais e o estreitamento de laços com as nações amigas. Durante a VIGM, são ministradas aulas práticas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias e administração naval, bem como é conduzida a importante fase de adaptação à vida de bordo. No dia 22 de dezembro de 2021, os GM foram nomeados ao posto de Segundo-Tenente, estando prontos para serem distribuídos por todo o país, nos diversos navios e organizações militares da Marinha. Nesta viagem, devido à pandemia da Covid-19, o navio adotou um protocolo de segurança especial, com medidas sanitárias e monitoramento médico da tripulação. Em face da situação atual, excepcionalmente, não foi aberto à visitação pública. Saiba mais: O Navio-Escola “Brasil” foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a partir de um projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval, ambos órgãos da Marinha do Brasil. Sua construção foi iniciada em setembro de 1981 e, após dois anos, no dia 23 de setembro de 1983, o navio foi lançado ao mar, tendo sido incorporado à Marinha em 21 de agosto de 1986. O NE Brasil tem sido motivo de orgulho para todos os brasileiros e de admiração e respeito por parte de todos os estrangeiros que têm a oportunidade de visitá-lo nos diversos portos de escala. Ao longo de sua vida, o Navio tem recebido diversas atualizações tecnológicas com a finalidade de oferecer um padrão de excelência aos futuros Oficiais da Marinha. A maioria dessas atualizações é proveniente de projetos desenvolvidos tanto pela Marinha do Brasil quanto por empresas nacionais, destacando-se um sistema de simulação tática e treinamento, importante recurso instrucional de operações navais; um centro de integração de sensores para navegação eletrônica; um sistema de controle de avarias; e um sistema de controle e monitoramento da propulsão. Mais fotos e vídeos: http://www.docasdoceara.com.br/post/navio-escola-brasil-atraca-no-porto-de-fortaleza-antes-de-encerrar-a-35%C2%AA-vigm FONTE: CDC Com informações da Capitania dos Portos do Ceará

Porto de Santos reajusta tarifas em 13%

A Santos Port Authority (SPA), responsável pela administração do maior porto do país, obteve aval da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para um reajuste médio de 13,2% em suas tarifas. O aumento entrará em vigência, dependendo da tarifa, entre fevereiro e abril de 2022. Em tese, esse é o último reajuste dado à autoridade portuária antes de sua privatização, que o governo Jair Bolsonaro pretende fazer no último trimestre do próximo ano. As quatro grandes tabelas de preços praticados pela autoridade portuária estavam congeladas desde 2018. Desde então, o IPCA acumula uma alta de 23%. Fonte: Portos e Mercados

Embarque no Porto de Imbituba abre exportação brasileira de canola

O Porto de Imbituba está recebendo o primeiro grande embarque de canola para exportação do Brasil. As 9,5 mil toneladas dos grãos oleaginosos estão sendo alocadas no navio MP KAMSARMAX 1, atracado no Cais 2, e devem seguir nesta segunda-feira (20) para os Portos de Dammam, na Arábia Saudita e Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos. “Estamos muito gratos por ser palco de mais um marco na logística nacional, e o sucesso de operações como esta e outras iniciativas que ocorreram ao longo do ano reafirmam a flexibilidade e capacidade do Porto de Imbituba para atender o mercado”, afirma o diretor-presidente da SCPAR Porto de Imbituba, Fábio Riera. A canola tem tradição agrícola concentrada no Rio Grande do Sul e produção ainda pequena no Brasil, mas que vem ganhando espaço em esquemas de rotação de culturas. Segundo a Conab, a previsão é de que a safra de 2021/2022 totalize aproximadamente 55 mil toneladas, 70% superior à de 2020/2021 (32,2 mil t). Fonte: Portos e Mercados

Porto de Vitória bate recorde e movimenta oito milhões de toneladas em 2021

O Porto de Vitória, da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), bateu recorde de movimentação de cargas em 2021. Nos últimos 12 meses, saíram e entraram pelos cais de Vitória e Capuaba mais de oito milhões de toneladas. Mesmo com esse desempenho, o diretor-presidente da companhia, Julio Castiglioni, afirmou que a privatização da Codesa, prevista para começar em janeiro, vai ser muito positiva para o cidadão, porque haverá maior capacidade de investimentos em melhorias. Ouça: https://www.cbnvitoria.com.br/entrevistas/porto-de-vitoria-bate-recorde-e-movimenta-oito-milhoes-de-toneladas-em-2021-1221 por: Mário Bonella CBN Vitória

Treinamento e simulação de emergência são realizados na sede administrativa do Porto de Fortaleza

A simulação de emergência é uma prática que representa, de forma realista, uma situação de risco, visando criar uma cultura comportamental e de aptidão das pessoas mediante acontecimentos que envolvam perigo. Neste mês de dezembro, colaboradores da Companhia Docas do Ceará (CDC) participaram de um treinamento voltado para ocorrências de urgência realizado em conjunto com a Brigada de Incêndio e Guarda Portuária. O simulado acontece uma vez ao ano e faz parte do cronograma da companhia para atendimento às emergências. Todos os colaboradores da sede administrativa do Porto de Fortaleza evacuaram o prédio após o acionamento do sinal de alerta. Foi recomendado descer as escadas e evitar o uso do elevador, tendo como um dos pontos de concentração a Praça Amigos da Marinha, localizada em frente ao prédio. A indicação de zonas localizadas estrategicamente permite que as pessoas fiquem no local mais seguro. “A gente preconiza o acionamento do alerta que temos dentro do nosso controle de emergência”, pontua o coordenador de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da companhia, Raimundo José. Ainda de acordo com o coordenador, essa atividade cria um hábito nas pessoas que estão em um ambiente como o da Docas, que possui potencial de risco, para que, quando aconteça uma situação real de sinal de alerta, elas possam identificar, saber como agir e seguir os procedimentos corretos e padronizados. “Além dessa ação, ao mesmo tempo sincronizam-se outras tarefas como chamar o corpo de bombeiros ou uma ambulância”, destaca. Fonte: Assessoria de Imprensa da CDC

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