ABEPH realiza assembleia e atividades na CDRJ

A Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias – ABEPH realizou atividades com seus associados nesta terça e quarta-feira ( 27 e 28/9) na Companhia Docas do Rio de Janeiro. Foi realizada a Assembleia da ABEPH, com pautas importantes para os associados. Além disso, tiveram reunião com o Secretário Nacional de Portos e visitaram as instalações da Companhia Docas do Rio de Janeiro. A presidente da ABEPH, Mayhara Chaves, disse ser muito satisfatório reunir o grupo novamente. “Muito importante essas reuniões e visitas aos nossos associados, trocamos experiências e vivências fundamentais para o desenvolvimento do setor portuário”.
ABEPH é homenageada pela Fundación Valenciaport

A presidente da ABEPH, Mayhara Chaves, recebeu em nome da entidade, homenagem da Fundación Valenciaport pelo apoio ao curso Master em Logística e Gestão Portuária. Em uma cerimônia na Embaixada da Espanha, em Brasília, nesta quinta-feira (15/9) os alunos da primeira turma receberam seus diplomas e foi inaugurada a terceira edição do curso. “O curso é algo necessário para o Brasil, pois traz novidades para que nossos profissionais que trabalham nos portos do Brasil possam se especializar com base em uma atuação de um dos portos mais desenvolvidos do mundo”, avaliou Mayhara. Na ocasião, estavam presentes a Embaixadora da Espanha no Brasil, Mar Fernández-Palacios, o Ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, a Diretora da Fundación Valenciaport, Ana Rumbeu Daviu, e muitas autoridades da área portuária .
ABEPH apoia o X Congresso Nacional Marítimo, Portuário e Aduaneiro das Seccionais da OAB

A ABEPH apoia o X Congresso Nacional Marítimo, Portuário e Aduaneiro das Seccionais da OAB, que ocorre nos dias 27 e 28 de outubro de 2022, na Praia do Forte (BA). Integrantes da ABEPH terão 20% de desconto nas inscrições. Também tem condições especiais na hospedagem onde acontecerá o evento. Acesse o link e faça já sua inscrição e veja toda a programação: https://bit.ly/XCongressoMaritimo Assessoria ABEPH
ABEPH apoia Porto Hack Santos

O Porto Hack Santos será no final de julho, no Terminal Concais, em Santos; inscrições abertas até 11/julho.
Abeph comemora 64 anos de olho no fortalecimento de parcerias na área da educação

A Associação Brasileira de Empresas Portuárias e Hidroviárias (Abeph) comemora seus 64 anos de fundação hoje, com planos de ampliar suas parcerias na área da educação. Mayhara Chaves, presidente da Abeph e da Companhia Docas do Ceará, explicou que a meta para este ano é fortalecer o compromisso com a qualificação profissional dos funcionários do setor portuário, viabilizando descontos junto a entidades de ensino nacionais e internacionais. “Além dos cursos nacionais ministrados de forma online, queremos fechar parcerias com cursos internacionais”, disse. Atualmente, a Abeph já tem uma parceria com a Autoridade Portuária de Valência, na Espanha. Mas ideia, explica Mayhara, é fortalecer o papel da associação em relação à ampliação das ações de qualificação para os funcionários das companhias docas. Mayhara citou também a importância das consultorias contratadas pela Abeph, que visam a otimização de processos portuários e a transversalidade entre os portos. A presidente da Abeph ressaltou, ainda, o papel da associação nas negociações judiciais para garantir a manutenção do Portus, o fundo de pensão portuário – que, devido a suas dívidas, quase foi extinto nos últimos anos. “Por meio da Abeph, trabalhamos em conjunto nas negociações judiciais em busca de acordos. Também vale destacar que a solução do Portus saiu de dentro das reuniões da Abeph”, destaca Mayhara Chaves. Fonte: BE News / VANESSA PIMENTEL
ABEPH prestigia abertura do Brasil Export 2022

[vc_row][/vc_row][vc_column][/vc_column][vc_column_text]A presidente da ABEPH, Mayhara Chaves, prestigiou a abertura dos trabalhos do Brasil Export 2022, nesta quinta-feira (17/2), em Brasília. Ela representou o Conselho Feminino do Brasil Export. Na ocasião, o CEO do Brasil Export, Fabrício Julião, anunciou as novidades para este ano, que incluem o lançamento do Jornal diário BE News (@portalbenews), um aplicativo do Brasil Export – que traz toda a agenda e novidades do setor -, os encontros e viagens para conhecer e estudar os portos de Portugal e Espanha. O evento também contou com o lançamento do livro biográfico de José Roberto Campos.[/vc_column_text][vc_row][vc_column][vc_masonry_media_grid style=”load-more” items_per_page=”6″ element_width=”6″ gap=”10″ btn_style=”modern” btn_color=”default” btn_size=”xs” grid_id=”vc_gid:1645218853839-68345daf-af64-7″ include=”1185,1184,1181,1180,1179″][/vc_column][/vc_row]
Docas do Rio assina contrato para execução de obras no Cais da Gamboa no Porto do Rio de Janeiro
A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) vai ampliar e modernizar o trecho mais antigo do Porto do Rio de Janeiro — o Cais da Gamboa, inaugurado em 1910. As obras estruturais, no valor de R$ 104 milhões, serão realizadas para permitir o aprofundamento dos berços de atracação e viabilizar a operação com navios de maior porte. No último dia 4 de fevereiro, foi assinado o contrato com o Consórcio Porto Rio, vencedor da licitação. A previsão é de que as obras sejam iniciadas em abril deste ano e concluídas no final do primeiro semestre de 2023. As obras, que serão fiscalizadas pela Superintendência de Engenharia da Docas do Rio, contemplarão uma extensão de 600 metros do Cais da Gamboa. Segundo o superintendente de Engenharia, Roberto Catalão, esse trecho do cais possui uma base de fundação de forma metálica com um muro duplo de pedras de cantaria de granito, preenchidos com concreto ciclópico – uma estrutura projetada e construída com as técnicas disponíveis à época para um calado de nove metros. “Essa profundidade não atende mais a maioria dos navios modernos, que necessitam de, pelo menos, 13,5 metros, mas para aumentarmos esse calado operacional precisamos modernizar as estruturas originais, que não suportariam uma dragagem”, explicou Catalão. O diretor de Gestão Portuária da Docas do Rio, Mário Povia, ressaltou que, após a execução das obras de modernização do cais, a autoridade portuária pretende realizar a dragagem do trecho: “Para o desenvolvimento de novos negócios e melhoria das condições de atratividade do Porto do Rio de Janeiro, é imperativo o aumento do calado operacional dessa área, que passará a receber navios de maior porte, permitindo a otimização do uso de uma infraestrutura que é fundamental para o porto, que a partir de então estará apto a captar novas cargas e novas linhas de navegação”. Para o superintendente de Gestão Portuária do Rio de Janeiro e Niterói, Leandro Lima, com a execução dessas obras, o Porto do Rio de Janeiro atingirá um melhor desempenho no uso da retroárea, na logística de transporte interno e na segurança das operações, captando maior fluxo de cargas: “Esse trecho do Cais da Gamboa tem uma grande vocação para movimentar diversos tipos de carga geral e granéis, como trigo, ferro gusa, concentrado de zinco, cargas de apoio às atividades offshore, entre outros. Com a modernização do cais e o aprofundamento do acesso aquaviário, esse mix de cargas será mais variado e rentável, podendo até duplicar a demanda”. A CDRJ destaca que os estudos realizados confirmam a viabilidade técnica, socioeconômica, financeira e ambiental da obra, que não vai modificar as condições atuais do meio ambiente e manterá as características básicas do cais existente. As etapas das obras incluirão: a execução de estacas para dar suporte à nova viga de coroamento do cais; injeção de nata ou solo de cimento que funcionará como uma parede de contenção para impedir a erosão abaixo do muro do cais; vigas de coroamento, uma sobre o cais atual e outra a cerca de cinco metros, apoiada nas novas estacas; e lajes pré-moldadas com capa de concreto, apoiadas nas vigas de coroamento. Fonte: Portos e Navios
Portos do Brasil registram movimentação e faturamento recordes em 2021
Os portos de Santos, Suape e os do Rio de Janeiro bateram recorde de movimentação e faturamento no ano de 2021. De acordo com as companhias que administram os terminais, os principais fatores para esse crescimento foram a taxa de câmbio e a alta da exportação de commodities. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), até outubro do ano passado, o setor já havia movimentado 1,010 bilhão de toneladas de cargas, um aumento de 5,5% em relação ao mesmo período de 2020. O porto de Santos atingiu a marca de 147 milhões de toneladas em movimentação de cargas, um número 0,3% maior que o registrado em 2020. O que motivou o resultado, segundo a companhia, foram a movimentação de contêineres, soja e fertilizantes. Além disso, o número de importações cresceu 10,4%, somando 43,9 milhões de toneladas. A Companhia Docas do Rio de Janeiro, responsável pela administração dos portos da capital, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis, registrou recorde histórico de faturamento, com a marca de R$ 1 bilhão, um crescimento em termos nominais de 62,1% em relação a 2020. Segundo o diretor-presidente da Docas do Rio, Francisco Antônio de Magalhães Laranjeira, o resultado foi impulsionado tanto pela alta na movimentação de cargas, quanto pelas variáveis como a taxa de câmbio e o preço do minério de ferro no mercado internacional, que amplificaram as receitas da exportação deste produto. O porto de Suape, em Pernambuco, registrou também um faturamento recorde, de mais de R$ 293 milhões, o que representa um aumento de 14% em relação a 2020. O terminal conseguiu aumentar a receita, mas não a movimentação. Isso porque a Refinaria Abreu e Lima, responsável por 30% da carga do porto, teve uma paralisação obrigatória por 60 dias, para manutenção das instalações. O diretor de Gestão Portuária do terminal de Suape, Paulo Coimbra, explica que, com a falta dos granéis líquidos que vinham da refinaria, a parte administrativa buscou exportar e importar outros produtos que compensassem a perda de receita, como dos granéis sólidos. “O trigo teve um crescimento anormal para esse período, de 12% em relação a 2020. Os contêineres também movimentaram o porto e tiveram um aumento de participação de 7%, mesmo com as tarifas um pouco altas aqui em Suape. O setor de metal mecânico também teve crescimento significativo, as chapas de aço, por exemplo, cresceram 25%.”, explica. De acordo com o diretor de Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), José Ronaldo Junior, o crescimento significativo na importação de insumos produtivos e a retomada de produção da indústria foram os responsáveis pelo aumento nas movimentações nos terminais portuários. “No ano de 2020 tivemos uma falta de contêineres por conta da pandemia, já que os portos fecharam e eles ficaram parados nos portos com produtos. Em 2021 continua falta de contêineres, mas menos, então o crescimento de um ano para outro pode ser explicado por isso. Dos commodities, a soja foi o principal destaque, porque teve aumento de produção e exportação, em termos nacionais, no ano passado.”, explica. Além disso, o minério de ferro também teve um crescimento importante, principalmente em exportações. De acordo com a ANTAQ, o minério de ferro é a maior mercadoria em termos de carga do país, seguido pelo óleo bruto de derivados de petróleo, e em terceiro as cargas de contêineres. FONTE: CNN
Leilão da primeira desestatização portuária da história tem data marcada
O leilão da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), primeira desestatização portuária da história do Brasil, será realizado em 25 de março. O edital de licitação que prevê a transferência do controle da companhia e a concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES. Com vigência de 35 anos, prorrogável por mais cinco anos, o contrato tem previsão de R$ 334,8 milhões em investimentos privados, além de aproximadamente R$ 1 bilhão para custear as despesas operacionais. Devem ser gerados mais de 15 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo do contrato de arrendamento. “A desestatização vai trazer muito mais flexibilidade em termos de gestão, o que implica mais facilidade na construção de inovações para os atuais arrendatários e para atrair investimentos de forma mais rápida”, afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. A concessão será a primeira sob o arcabouço da Lei dos Portos, de 2013. O projeto tem como objetivo a atração de parceiros privados com capacidade técnica, operacional e financeira para trazer maior agilidade à gestão portuária, facilitando a realização de investimentos e o desenvolvimento de novos negócios nos portos organizados. O contrato de concessão aprovado pela ANTAQ prevê ainda que o concessionário deverá observar indicadores de nível de serviço, visando a manutenção da qualidade das operações no complexo portuário. Com informações do Ministério da Infraestrutura
Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes movimentou 1,64 milhão de TEUs em 2021
Em dezembro de 2021, o complexo registrou crescimento de 4% na movimentação em TEUs e 11% na tonelagem em comparação a dezembro de 2020. Em 2020 foram movimentados, no mês, 139.061 TEUs e 1.538.318 toneladas. Em dezembro de 2021, 144.076 TEUs e 1.711.407 toneladas O Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes encerrou 2021 com recorde de movimentação, com um aumento de 16% em TEUs e 21% na tonelagem. De janeiro a dezembro foram movimentados 1.643.152 TEUs e 18.945.270 toneladas, contra 1.419.082 TEUs e 15.655.812 toneladas em 2020. O complexo recebeu 1.066 navios, um crescimento de 2%. O superintendente do Porto de Itajaí, Fábio da Veiga, destacou a importância do resultado para os portos da região: “Esses números são muito expressivos, ultrapassamos a marca histórica de 1,6 milhão de TEUs. O complexo portuário de Itajaí e Navegantes permanece como o segundo maior do país em movimentação de contêineres. As operações na área da nova bacia de evolução proporcionaram ainda uma melhoria significativa e fundamental para que o complexo alcançasse essa marca. Já ocorreram mais de 700 manobras na área da nova bacia”, disse. Os produtos mecânicos e eletrônicos (62,6%), produtos químicos (65,8%) e têxteis diversos (42,0%) foram os principais itens importados ao longo de 2021, responsável por 44% do sentido das cargas. A importação representou ainda, uma movimentação anual de 590.648 TEUs, contra 437.955 em 2020, totalizando um crescimento de 35%. A exportação foi responsável por 56% do sentido das cargas. O frango (19,9%), madeiras e derivados (65,2%) e carnes (28,4%) foram os principais produtos exportados durante todo o período de 2021. A movimentação anual somou 195.608 TEUs contra 173.092 TEUs no ano anterior, um crescimento de 13%. Fonte: Portos e Mercados