Portos do Paraná é premiado nos Estados Unidos por relacionamento com a comunidade

Ação premiada foi a Corrida do Porto, realizada em abril com a participação de atletas e da comunidade A Portos do Paraná foi premiada nesta terça-feira (24) pela Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA), em evento nos Estados Unidos, na categoria Eventos Especiais, um reconhecimento pela promoção da Corrida do Porto, que foi realizada em abril deste ano para comemorar o aniversário de 88 anos do Porto de Paranaguá e estreitar a relação com a comunidade. “A promoção da Corrida do Porto foi a melhor relação incentivadora da relação porto/cidade e fomos reconhecidos pela AAPA. Isso demonstra que estamos no caminho certo e o governador Ratinho Júnior sempre indicou que o melhor caminho para o desenvolvimento sustentável dos portos passa pela comunidade que nos abriga. Deixo meu agradecimento a toda nossa comunidade, ao nosso time e a todas as pessoas que sempre acreditaram nessa proposta de fortalecimento”, agradeceu Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná e presidente da ABEPH. Já o diretor Jurídico, Marcus Freitas, lembra que essa premiação marca uma gestão de quase cinco anos que está modernizando os Portos de Paranaguá e Antonina. “É um prêmio importante, um reconhecimento muito grande para a Portos do Paraná nestes cinco anos de gestão e que nos incentiva a continuar fazendo esse trabalho que é visto no Paraná, no Brasil e também por vários outros países do mundo”, apontou. Ação premiada A Corrida do Porto, ação que foi premiada nos Estados Unidos, ocorreu em 16 de abril, com a participação de mais de mil atletas em quatro modalidades: corridas de 5 e 10 quilômetros, caminhada e circuito infantil. O valor arrecadado com as inscrições foi revertido em cestas básicas entregues às instituições do litoral paranaense. No total, foram mais de 14 toneladas de alimentos nessa ação que também foi solidária. Com informações da Portos Paraná: https://www.portosdoparana.pr.gov.br/Noticia/Portos-do-Parana-ganha-premio-nos-EUA-por-relacionamento-com-comunidade

Seca, investimentos e sustentabilidade são temas de debate entre autoridades portuárias do Norte e Nordeste no 4º Enaph

Debates foram divididos em dois painéis, com foco nas regiões Norte e Nordeste, Sul e Sudeste Autoridades portuárias que integram a Associação Brasileira de Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH) participaram nesta terça-feira (17) do  4º Encontro Nacional de Autoridades Portuárias e Hidroviária (ENAPH), em Brasília. Entre os temas debatidos no evento, estavam as estratégias para minimizar os impactos da estiagem nos terminais portuários, as expectativas de investimentos para os próximos anos, a gestão dos portos públicos e boas práticas de sustentabilidade. Na abertura do evento, o presidente da ABEPH, Luiz Fernando Garcia, destacou que o encontro nacional proporciona a troca de experiências entre as autoridades portuárias do país, na busca do desenvolvimento do setor sob a ótica de quem tem a responsabilidade de comandar os portos públicos. Além disso, devido à complexidade das questões enfrentadas pelas autoridades portuárias em um país de dimensões continentais, como o Brasil, Garcia enfatizou a importância de uma abordagem estratégica específica para as regiões Norte e Nordeste em comparação com o Sul e Sudeste. “Nossa participação se dá na intenção de uma análise única nas autoridades portuárias frente a nossa indústria. E nós teremos dois grandes blocos de discussões. Em um país de dimensão continental como é o Brasil, faz-se necessário nós separarmos [o debate] porque a realidade do Norte e Nordeste normalmente é diferente daquilo que encontramos no Sul e Sudeste”, comentou. Esse enfoque estratégico permitiu uma análise mais aprofundada das necessidades e desafios específicos de cada região, promovendo assim soluções mais eficazes e direcionadas para o setor portuário em todo o país. Investimentos e desburocratização No primeiro painel, com o tema “Infraestrutura portuária nas regiões Norte e Nordeste”, contou com a participação de Gilberto Lins, presidente do Porto de Itaqui (Maranhão); Gilmara Temóteo, diretora-presidente da Companhia de Docas do Estado da Bahia (CODEBA); Marcio Guiot, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape (Pernambuco); e Marcello Di Gregório, diretor da Super Terminais (Amazonas). A atração de investimentos a longo prazo, planejamento e gestão portuária foram alguns dos principais assuntos debatidos no painel. Para Gilberto Lins, presidente do Porto de Itaqui, os novos investimentos são essenciais para o desenvolvimento do setor portuário. “O Norte e Nordeste têm sido consideradas uma das últimas fronteiras agrícolas do país. E nós temos buscado atender o agro, não temos como fugir disso, ao contrário, temos que buscar investimentos para essa área. Então, temos um projeto arrojado de construção de mais quatro berços. Também temos uma busca incessante nas concessionárias, para a construção ferroviária, e temos novos investimentos e novos arrendatários”, comentou. Marcio Guiot, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, falou da expectativa de conclusão do novo terminal de contêineres no complexo, com investimento previsto de R$ 1,6 bilhão. “Ele [o novo terminal] vem para praticamente dobrar a capacidade, então estamos falando do planejamento. Uma das grandes missões das autoridades portuárias é trabalhar olhando sempre à frente. No Brasil, infelizmente, a gente deixa chegar em situações de gargalo para começar a correr atrás”, disse. Ele ainda citou que um dos desafios do porto tem a ver com a continuação das obras de dragagem no complexo. A presidente da CODEBA, Gilmara Temóteo, enfatizou a importância da continuidade dos projetos e da simplificação da gestão dos portos públicos. “Creio que a descontinuidade da gestão acaba de certa forma influenciando [problemas de planejamento] e é preciso e cuidado e atenção no que for planejado e feito para que a gente, mesmo que de passagem, deixe um legado para que haja continuidade [no que foi planejado]”, afirmou. Ela citou que algumas medidas poderiam ser implementadas para flexibilizar e agilizar os processos de gestão dos portos. “A questão do conhecimento do tema passa até mesmo por este fórum. Às vezes, a gente precisa debater processos com autoridades de grande nível e, surpreendentemente, a gente percebe que não há tanto conhecimento do que está sendo tratado. Então, acredito que quanto mais conhecimento, integração e interação dessas ações e até mesmo de políticas que possam ser uníssonas para todos os portos”, completou. Seca no Amazonas Outro tema abordado no primeiro painel teve a ver com a atual estiagem no Norte, o que tem afetado a logística na região. Marcello Di Gregorio, diretor do Super Terminais (Amazonas), enfatizou a urgência do planejamento para evitar a paralisação das operações portuárias. Em sua fala, Di Gregorio expressou preocupação com a perspectiva de que o fenômeno se repita no próximo ano, possivelmente de forma ainda mais intensa. “Não vemos horizonte, não vemos melhora. o Brasil sempre trabalha sempre reativamente. Desde que Manaus é Manaus nós temos esse problema [da estiagem], só que este ano foi muito mais severo. Terminais estão há 28 dias sem receber um contêiner e só vamos receber daqui 11 ou 12 dias.” Di Gregorio destacou a importância de utilizar os dados disponíveis para um planejamento eficaz. Ele salientou ainda que, com as informações em mãos, as autoridades portuárias podem se preparar para os desafios que o próximo ano pode trazer. O debate ressaltou a necessidade de ações coordenadas entre as autoridades, setor privado e sociedade civil para enfrentar os efeitos cada vez mais frequentes e intensos das mudanças climáticas na região Norte. A seca não apenas afeta a movimentação de cargas nos portos, mas também tem impactos significativos na economia local, no abastecimento de água e no meio ambiente. O almirante Wilson Pereira de Lima Filho, presidenta da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), afirmou que há “preocupação extrema” do governo com a seca na Amazônia. “Realmente, iniciar as soluções quando já tivermos o problema não é o certo. O governo federal está preocupado ao extremo com o que está acontecendo na Amazônia e estamos prontos para ajudar no que puder para que não aconteça a mesma coisa no ano que vem”, disse. Sobre o ENAPH A 4ª edição do Enaph é promovido pela Abeph dentro da programação do Brasil Export, em Brasília. O objetivo do encontro é promover a discussão de questões operacionais, administrativas e técnicas para o desenvolvimento permanente do sistema portuário nacional.

Oportunidades e investimentos no Sul e no Sudeste são destaques de debate da 4º edição do ENAPH

Autoridades portuárias das regiões Sul e Sudeste debateram soluções para a infraestrutura portuária das regiões. Com o tema “Infraestrutura Portuária nas regiões Sul e Sudeste”, o segundo painel do  Encontro Nacional de Autoridades Portuárias e Hidroviária (ENAPH), em Brasília, reuniu autoridades portuárias para debater o cenário onde a eficiência operacional é vital para o abastecimento do país e a competitividade internacional. As autoridades portuárias ainda destacaram a necessidade de enfrentar gargalos crônicos e promover melhorias significativas no setor. Questões como a profundidade do canal de navegação e os acessos terrestres aos portos estiveram no centro das discussões. O presidente do Porto de Santos, Anderson Pomini, enfatizou a importância de obras prioritárias para melhorar o acesso aos portos e anunciou planos para o aprofundamento do canal de Santos, aumentando o calado de 15 metros para até 17 metros, a fim de receber navios de maior porte. Para garantir a viabilidade da expansão, técnicos e especialistas foram contratados para conduzir estudos técnicos detalhados. Além disso, Pomini destacou a inclusão da extensão da perimetral nas margens do porto como parte das obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, uma iniciativa que promete modernizar e expandir a infraestrutura portuária. “O aprofundamento do canal, mais as duas obras das perimetrais, tem orçamento de R$ 1 bilhão para o final do próximo ano (…) No início de 2025 já teremos reflexo [da expansão] e aumento da nossa capacidade de movimentação de cargas, em especial para que esses navios acima de 366 possam ter acesso assegurado pelo nosso canal”, completou. A diversidade de modelos de gestão, com alguns portos delegados a governos estaduais e outros, como o Porto de Vitória (VPorts), recentemente concedidos à iniciativa privada, torna ainda mais desafiador o desenvolvimento de políticas públicas integradas de médio e longo prazo. Rodrigo Braga, diretor jurídico e de administração e finanças da V Ports, afirmou que um dos desafios do porto é diminuir a capacidade da rodoviária e recapacitar a malha ferroviária da região. “A ideia é que a gente consiga recuperar a malha ferroviária dentro do porto e atrair novas cargas, como a exportação de farelo de soja e na importação de fertilizantes”, completou Braga. Ele ainda comentou que há estudos em curso para aumentar a largura do canal e possibilizar a atracação de navios maiores. Além de planos para melhorar o acesso rodoviário ao porto, inclusive com recuperação de pontes. Cristiano Klinger, diretor-presidente do Portos RS, destacou as transformações pelas quais o porto passou recentemente. Em maio do ano passado, a entidade evoluiu de uma autarquia vinculada à Secretaria de Logística e Transportes do Estado para uma empresa pública. De acordo com Klinger, essa transição proporcionou à autoridade portuária maior autonomia na gestão do orçamento e na tomada de decisões. “Ao assumirmos essa mudança, a grande motivação era ter essa agilidade e capacidade de conseguir fazer os investimentos. Essa amarra toda de uma autarquia, vinculada ao governo, demanda um esforço muito grande para executar algumas coisas. Essas mudanças nos permitiram fazer os investimentos necessários e tocar o processo”, comentou. De acordo com Klinger, em um ano e meio de empresa pública, R$350 milhões já foram investidos ou estão contratados para melhorias da infraestrutura e inovação na Portos RS. Cleverton Elias, diretor-presidente do Porto de São Francisco do Sul, destacou a assinatura de contratos permanentes de batimetria para todo o canal de acesso, incluindo os berços de atracação. O objetivo do trabalho é mapear as profundidades da área portuária, realizando um levantamento da topografia submarina. Essas informações essenciais para garantir a segurança das embarcações, pois identificam possíveis locais assoreados. “A primeira medida que adotamos foi de ter um contrato para medir, saber controlar e planejar a necessidade das obras de dragagem de manutenção. Estamos planejando, para o início de 2024, uma dragagem de manutenção para assegurar a condição atual, que é essencial. Num segundo momento, estamos discutindo uma dragagem de aprofundamento e alargamento do canal externo, temos essa necessidade. Estamos na iminência de ter a licença ambiental de instalação e construindo a financiabilidade dessa obra”, disse. Sobre o ENAPH A 4ª edição do ENAPH é promovida pela Abeph dentro da programação do Brasil Export, em Brasília. O objetivo do encontro é promover a discussão de questões operacionais, administrativas e técnicas para o desenvolvimento permanente do sistema portuário nacional. Ao longo dos anos, paineis técnicos reuniram dezenas de presidentes, diretores e gerentes de portos e hidrovias, além de autoridades do Governo Federal e de agências reguladoras para discussão do setor. Brasil Export O Brasil Export é um Fórum permanente, multisetorial, agregador e organiza dinâmicas para promoção do diálogo entre os diferentes agentes envolvidos com as operações portuárias, de logística e de infraestrutura. Atualmente, o fórum e seus organismos contam com mais de 250 conselheiros, profissionais qualificados e que atuam no setor privado, em entidades representativas e no poder público. A edição de 2023 aconteceu em Brasília e segue até 18 de outubro. Os painéis e discussões transmitidos e você pode conferir a programação completa aqui: https://forumbrasilexport.com.br/eventos/evento-brasil-export/

Associação Mundial de Infraestrutura de Transporte Aquaviário (PIANC) é instalada oficialmente no Brasil

Com a seção nacional, o país poderá participar ativamente da PIANC apresentando questões brasileiras e dando opiniões, sugestões ou direcionamentos de estudos sobre transporte aquaviário. Na última terça-feira, ocorreu o lançamento da seção nacional (SN) da Associação Mundial de Infraestrutura de Transporte Aquaviário (PIANC), em Brasília. O anúncio foi feito durante o evento Brasil Export pelo presidente da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH), Luiz Fernando Garcia, e pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Eduardo Nery. A associação é uma organização internacional com membros em 66 países que tem como objetivo oferecer orientação e consultoria técnica para infraestrutura de transportes aquaviários sustentáveis. Para o presidente da ABEPH, a chegada do organismo internacional é um avanço para o setor de navegação e portuário do país. “Por muitos anos, o Brasil não teve uma seção nacional estabelecida com participação e assento de destaque para que a gente pudesse chegar nesse momento em que as grandes discussões sobre as melhores práticas, principalmente de engenharia e de sustentabilidade, sejam trazidas com foco também no Brasil”, afirmou.   A ABEPH será a responsável pela operacionalização da PIANC no Brasil. Com isso, Garcia também assumiu a presidência da SN. “Aqui já fica o convite para a associação daqueles que pretendem fazer parte. Mesmo antes do anúncio, já tínhamos um grande número de brasileiros associados à PIANC internacional, – empresas ou pessoas físicas. Agora é a chance de o Brasil, mais uma vez, mostrar a sua força nas grandes discussões do nosso setor”, completou Luiz Fernando. O diretor-geral da ANTAQ e primeiro delegado da PIANC no Brasil, Eduardo Nery, também celebrou o lançamento da SN. “A oficialização consolida o comprometimento da agência com a PIANC, uma organização de referência mundial no transporte aquaviário. O anúncio oficial também mostra que ANTAQ está em constante busca pelas melhores práticas internacionais para regular e estabelecer o transporte aquaviário sustentável no país”, declarou Nery. O compromisso de criação da seção nacional da PIANC foi assumido em novembro de 2022 com a assinatura de um memorando de entendimento entre a ANTAQ, a PIANC e a ABEPH. Esse foi o primeiro passo para garantir o pleno desenvolvimento da seção, trazendo uma maior participação do setor aquaviário brasileiro na organização internacional. “Agora, as normas da PIANC vão poder refletir com maior fidedignidade a nossa realidade, o que antes talvez não estaria se refletindo nas normas da PIANC. O sentimento é de realização”, completou Nery. A secretária nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), Mariana Pescatori, destacou a importância de o Brasil estar integrado a grupos técnicos com referências internacionais, para que o Brasil consiga avançar no desenvolvimento da área técnica do setor. “É importante que a gente tenha adesão para que a gente possa efetivamente colocar os nossos portos e terminais em nível internacional”, comentou. Sobre a PIANC A PIANC é uma organização global criada em 1885, sem fins políticos e lucrativos, composta por membros de governos nacionais, empresas privadas, indústria, especialistas acadêmicos e jovens profissionais. A organização global agrega fóruns onde profissionais de todo o mundo se reúnem para fornecer consultoria especializada em infraestrutura econômica, confiável e sustentável para facilitar o crescimento do transporte marítimo. É o principal parceiro do governo e do setor privado na concepção, desenvolvimento e manutenção de portos, hidrovias e áreas costeiras. A associação internacional possui membros em 66 países, incluindo 44 membros qualificados, cerca de 500 membros corporativos e 1.800 membros individuais. O objetivo do instituto é fornecer orientação e consultoria técnica para infraestrutura de transportes aquaviários sustentáveis. O público-alvo são portos marítimos e hidrovias em países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Saiba mais sobre a PIANC no site: https://www.piancbrasil.com.br/

ABEPH participa da abertura do 14º Congresso da Associação dos Portos de Língua Portuguesa APLOP

O presidente da ABEPH, Luiz Fernando Garcia, participou da abertura do 14º Congresso da Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP), nesta segunda-feira (16), em Brasília. O evento faz parte da programação do Brasil Export, um dos maiores fóruns do país sobre infraestrutura e logística do setor portuário. O principal objetivo do congresso é debater investimentos em infraestrutura nos portos de países de língua oficial portuguesa. Além disso, o evento também vai discutir a digitalização e descarbonização dos portos, a transição energética e os desafios para o setor portuário. “O dia de hoje é importante para que a gente possa discutir as melhores práticas adotadas não só nos portos brasileiros, mas nos portos de língua portuguesa. Esse 14º Congresso da APLOP demonstra isso, a união de todos os portos de língua portuguesa em prol do desenvolvimento da nossa infraestrutura e, em especial, do desenvolvimento da nossa indústria portuária”, destacou Luiz Fernando na fala de abertura do Congresso. Em seguida, a chefe de gabinete da Secretaria de Portos e Transportes Aquaviários, Gabriela Coelho da Costa, destacou que o idioma é a primeira ferramenta de aproximação entre os povos. “É a primeira ferramenta que a gente tem para apertar laços e a APLOP já tem essa ferramenta de forma natural, por isso precisamos aproveitar da melhor maneira possível”, completou, destacando que o Brasil já tem diversas experiências de aproximação com países de língua portuguesa. O diretor da ANTAQ, almirante Wilson Lima Filho, também endossou a importância do intercâmbio do setor portuário entre países de língua portuguesa e afirmou que a agência está comprometida com soluções para o enfrentamento de desafios do futuro. “Muitos dos nossos problemas são comuns e esses fóruns são fundamentais para compartilhar dúvidas, expectativas e buscar soluções juntos para a efetividade da atividade portuária, hidrogênio verde, descarbonização e tantos outros desafios que temos”, completou. Em seguida, especialistas de diversos países de língua oficial portuguesa deram início aos painéis de discussão do congresso. O primeiro painel teve como tema “Investimentos e a infraestrutura nos países da APLOP”. O segundo painel tem como tema “Digitalização e descarbonização dos portos”, e o terceiro debate “A transição energética – um novo desafio para os portos da CPLP”. A programação do evento ainda contempla a Assembleia Geral da APLOP e um coquetel oferecido aos participantes do congresso. A APLOP foi formada em maio de 2013, com objetivos de reforçar os laços de cooperação e aumentar as trocas comerciais entre os países membros. Integram a associação os seguintes países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste. Brasil Export O Brasil Export é um Fórum permanente, multisetorial, agregador e organiza dinâmicas para promoção do diálogo entre os diferentes agentes envolvidos com as operações portuárias, de logística e de infraestrutura. Atualmente, o fórum e seus organismos contam com mais de 250 conselheiros, profissionais qualificados e que atuam no setor privado, em entidades representativas e no poder público. A edição de 2023 acontece em Brasília, dos dias 16 a 18 de outubro. Os painéis e discussões são transmitidos pela internet: https://www.youtube.com/watch?v=lHctNw2hPY0

Presidente da ABEPH participa do 2º Encontro Porto&Mar

O presidente da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH), Luiz Fernando Garcia, participou nesta quarta-feira (27/09) do Painel de debates sobre o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltado para investimentos no setor portuário. Na ocasião, Luiz Fernando discutiu com demais especialistas e autoridades do setor sobre os principais pontos do documento, que promete um montante de R$ 349 bilhões em investimentos em infraestrutura, sendo R$54,8 bilhões somente para o setor portuário. Os investimentos vão diminuir gargalos logísticos, diversificar e integrar a malha de transporte nacional, tornando-a mais sustentável e eficiente. A carteira de empreendimentos de transporte conta com investimentos públicos e privados. O debate sobre a implantação do novo PAC ocorreu durante o 2º Encontro Porto&Mar, realizado em Brasilia-DF, com a presença de empresários e representantes do governo no setor.

A ABEPH é apoiadora institucional da 18ª EXPOLOG

A ABEPH é apoiadora institucional da 18ª EXPOLOG – Feira Internacional de Logística, que acontece nos dias 22 e 23 de novembro de 2023, no Centro de Eventos do Ceará. Nossos associados também estarão na Feira: Porto do Itaqui, Companhia Docas do Ceará – CDC, Companhia Docas da Bahia- CODEBA e Porto de Suape. A ABEPH: É uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede e foro em Brasília, DF. Foi fundada em 3 de março de 1958, constituída por pessoas jurídicas que realizam a exploração dos portos no Território Nacional, e por pessoas jurídicas e físicas – direta ou indiretamente – ligadas às atividades de estudo, construção, operação ou administração de portos, de instalações portuárias, de meios de transporte ou de usuários de portos. Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias(ABEPH) é presença confirmada na EXPOLOG 2023! Inscreva-se gratuitamente: https://bit.ly/3rJZ2yw.

Estado destaque em crescimento no Nordeste quer impulsionar negócios em todo o Brasil

O estado do Maranhão destaca-se como um dos que mais tem prosperado no cenário nacional. Com o intuito de apresentar oportunidades e potencialidades de negócios a investidores, o Governo do Estado, em parceria com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), promoveu ontem o evento “Maranhão de Oportunidades” seminário para atração de investimentos para o estado. O encontro reuniu gestores públicos, executivos do banco e empresários no auditório do Palácio Henrique de La Rocque em São Luís, contando com a presença do governador Carlos Brandão e do presidente do BNB, Paulo Câmara, na solenidade de abertura. Durante a abertura do evento, o governador Carlos Brandão enfatizou as potencialidades do estado nos setores industrial, agropecuário, portuário, entre outros, ressaltando que tais áreas têm potencial para expandir e se desenvolver, gerando emprego e renda, desde que recebam os investimentos necessários. “Estamos lançando o Maranhão de Oportunidades e começamos apresentando ao Banco do Nordeste oportunidades de parcerias com os pequenos, médios e grandes empresários do nosso estado para ampliar o acesso ao crédito, impulsionando a economia, gerando mais empregos e renda para a nossa população”, declarou o governador. Carlos Brandão também destacou os investimentos significativos que o Maranhão tem recebido, incluindo recursos do novo PAC no valor de R$ 97 bilhões, o que o coloca como o oitavo estado mais beneficiado. Além disso, é o segundo estado com maior volume de investimentos do programa Minha Casa Minha Vida. O governador enfatizou a importância das parcerias para impulsionar setores como saúde, educação, infraestrutura e segurança. O presidente do BNB, Paulo Câmara, reforçou a parceria entre a instituição e o governo estadual, colocando o Banco do Nordeste à disposição do governo e empresariado maranhense. Destacou a importância do Maranhão para o desenvolvimento do Nordeste e elogiou a organização fiscal e o planejamento estratégico do estado para os próximos anos. Paulo Câmara manifestou o compromisso de continuar sendo parceiro nos setores de agronegócio, agricultura familiar, indústria, comércio e serviços, turismo, entre outros.   Oportunidades no Porto de Itaqui Gilberto Lins, presidente do Porto do Itaqui, apresentou aos empresários e ao Banco do Nordeste um ambicioso plano de expansão para o porto. A meta é a construção de cinco novos berços. Dentre eles, os berços 98 e 97 serão desenvolvidos por meio de uma parceria público-privada, enquanto para os berços 96, 95 e 94, o Porto do Itaqui planeja contar com um investimento de R$ 1,2 bilhão do Banco do Nordeste. Durante a exposição, Gilberto Lins ressaltou a existência de uma demanda reprimida no porto que só poderá ser atendida com a implementação dos novos berços. Em 2022, a taxa de ocupação dos berços existentes foi de 84%. De janeiro a setembro de 2023, essa taxa já atingiu 91%, evidenciando a urgência da expansão para lidar com um volume ainda maior de operações. “O Porto do Itaqui, como impulsionador do desenvolvimento do Maranhão, abrange toda uma cadeia logística que fomenta a economia. O projeto que apresentamos hoje ao BNB contempla a capacidade do porto para os próximos 30 anos e representará uma verdadeira revolução”, enfatizou Gilberto Lins. Paulo Câmara avaliou que o Porto do Itaqui está pronto para esse novo capítulo. “O Porto do Itaqui é um pilar essencial para o desenvolvimento econômico do estado do Maranhão. Vamos disponibilizar o banco para apoiar esse projeto de expansão, pois, além de sua importância estratégica, o porto já possui um planejamento dos novos modais bastante avançado. O Banco do Nordeste irá participar ativamente desses projetos que contribuirão para o desenvolvimento da região”, afirmou. Sobre o Porto do Itaqui Em operação desde 1972, o Porto do Itaqui integra um complexo portuário instalado na área de influência da fronteira agrícola do MATOPIBA, que é a área formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia. A eficiência multimodal é o fator decisivo para a competitividade do Porto do Itaqui. Suas conexões com importantes ferrovias e rodovias fazem do porto público maranhense um corredor logístico para o Centro-oeste do país. O Porto do Itaqui tem conexão ferroviária direta com a Transnordestina e a Estrada de Ferro Carajás. Há ainda uma conexão indireta com a Ferrovia Norte-Sul, o que possibilita transportar graneis sólidos minerais e vegetais, além de combustíveis. O novo corredor ferroviário do Arco Norte, que liga o Porto do Itaqui, em São Luís, no Maranhão, a Palmeirante, no Tocantins, é mais uma vantagem logística que o porto maranhense oferece, pois barateia os custos do transporte de fertilizantes, pois foi projetado para atender produtores situados em uma área que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Bahia e Piauí, além do Tocantins, Maranhão e do Distrito Federal. Além disso, o canal de acesso às instalações portuárias do Itaqui faz dele o porto mais profundo do Brasil, tendo nove berços operacionais com profundidades que variam de 12 a 19 metros, permitindo a atracação de navios de grande porte. Outra vantagem é sua proximidade com os mercados americano e europeu. O Porto do Itaqui tem vocação para movimentação de graneis sólidos e líquidos. Em 2022, o porto movimentou o maior volume de cargas de sua história. De janeiro a dezembro, foram exportadas 33,610 milhões de toneladas de cargas, com destaque para os granéis sólidos, com 23 milhões de toneladas movimentadas, o que representa uma alta 19% em relação ao ano anterior.   PORTAL N9 Estado destaque em crescimento no Nordeste quer impulsionar negócios em todo o Brasil 15/09/2023

3ª Turma do Programa de Imersão em Sustentabilidade e ESG Portuário 2024

Lançada a  3ª Turma do Programa de Imersão em Sustentabilidade e ESG Portuário que será realizada em 2024 pela  Fundação Sousândrade. As inscrições ficarão disponíveis de outubro a dezembro, e o início do Programa está previsto para acontecer de 15 de janeiro até o dia 15 de abril de 2024. Benefícios: Qualquer associada da ABEPH terá um desconto de 10% no valor do Programa; A partir de 3 (três) inscrições da mesma empresa, será concedido um desconto de 20% no valor total das inscrições. Inscrições no link abaixo: Link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScqYYna1XOPa_99M-QnPGYV-cVhj1s6e2L9PlIijKHDdM9TbQ/viewform?usp=sf_link

Palestra de Gilmar Mendes abre Seminário Portos Brasileiros, promovido pela ABEPH

Nesta sexta-feira (25/8) foi realizado a abertura do “Seminário Portos Brasileiros – Os 10 anos da Lei dos Portos: Avanços e Desafios, os próximos 10 anos”, realizado pela Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (ABEPH) em parceria com a Academia Brasileira de Formação e Pesquisa (ABFP). O ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, fez uma palestra magna na abertura. O presidente da ABEPH, Luiz Fernando Garcia, e o secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), Fabrizio Pierdomenico, também expuseram suas ideias para o setor. O evento contou com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, que destacou os investimentos feitos pelo Governo do Estado no Porto de Paranaguá e nos demais modais de infraestrutura. O ministro Gilmar Mendes abordou como as decisões judiciais têm impactado a viabilidade econômica e os investimentos nos portos brasileiros. Isso porque a judicialização é uma constante no setor portuário, um dos pontos que dificultam a atividade. “É relevante discutir e nos preparar para os próximos 10 anos. Precisamos atender a demanda, que é inevitável e urgente, e é fundamental estarmos atentos a isso. Não devemos ter dúvidas de que nós plasmamos uma Constituição Federal de feição liberal, que valoriza e solidifica a liberdade de iniciativa, consagrando também a propriedade privada”. Luiz Fernando Garcia debateu pontos importantes sobre a temática principal do evento: os dez anos da Lei de Portose salientou sobre o atual marco regulatório, que proporcionou maior e melhor planejamento ao setor. “Hoje, em qualquer licitação portuária, seguimos um rito, com governança e transparência muito fortes. É a forma mais legítima de escolhermos, ao fim do contrato, o próximo arrendatário, concessionário. Precisamos racionalizar essa judicialização”, afirmou Fabrizio Pierdomenico, opinou: “Nesses últimos dez anos, a lei criou um ecossistema equilibrado em que, de um lado, a gente tem os terminais de uso privado, TUP, porto privado; e de outro, os portos públicos.” PRESENÇAS – Também estiveram presentes no seminário o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal; o governador Carlos Massa Ratinho Junior; o ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União; o ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça; o ministro Guilherme Caputo Bastos, do Tribunal Superior do Trabalho; o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; o secretário de Estado de Comunicação, Cleber Mata; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; e o deputado estadual Alexandre Curi. SOBRE O EVENTO – O Seminário tem como finalidade discutir os avanços e desafios enfrentados pelos portos brasileiros nos últimos dez anos, desde a promulgação da Lei dos Portos. Para isso, reúne autoridades, especialistas e representantes do setor para analisar a trajetória da legislação que redefiniu o cenário portuário no Brasil.

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